26/04/2011

Justo comigo.

Sonhos me perturbam, não tenho culpa de não conviver rotineiramente com essa utopia. Eu temo o que é integralmente revelado. Sonho pra mim tem outro significado, ele compete com o que eu não quero, que é a antecipação do que estou vendo, ouvindo, sentindo. Não existe explicação, existe a sensação, estranha, que adentra a mente no momento em que menos preciso disto. Sofrer por antecipação já é algo que faço integralmente em são estado despertado, o momento de sonolência devia ser o do descanso. Temo o que eu tenho. Temo os sentidos que não sentia antes. Temo o rápido, porém intenso. O silêncio tem um vinculo que deixa tudo mais escancarado, quase um assinar de contrato. Prefiro ficar com a parte boa.

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