25/02/2012

Nem disto.

Dia vinte e dois, me vejo sem amparo, cadê as palavras? Não mais consigo as junções, não sei mais praticar, aliás, nunca fui praticante. Já falei do bom, já falei do ruim, o que resta? Perguntas. Pergunto. Não tenho nem isso. Confio, aprecio, convivo, aprendo. Estou aqui no décimo primeiro. Quero ouvir uma canção, quero poder escrever. Vigésimo terceiro, mais uma tentativa. Vão. Louco. Vigésimo quarto, lembro-me do anterior, o que foi aquela dancinha na rua? Louco. Louco por você. Até em sonhos alheios estão os nossos sonhos, vai dar certo, sei disto. Errante sempre sou, perfeição é aquilo que já lhe falei. Você me assusta às vezes, sabia? Agora, bem agora, já estou pensando: o que será que foi tramado? 00:00, despertador. A surpresa vem envolta em prata. O meu muito obrigado vem daquele jeito mesmo, desculpe-me por isso, mas suas palavras sempre fazem isso comigo. 00:27.