26/03/2011

Concubitente.

A conclusão de um ano e meio.
A despedida do lugar onde tudo começou.
O patriarca, o retorno.
Comedians onde se ri só por rir.
Sommer Soul (alma) Festival.
Ligação de emprego da Relacom.
Mais um para me chamar de tio.
Outro estado, não mais São Paulo.
A minha lamentação em um lugar distante, por uma música.
Minhas noites enfermas.
Minhas noites de falta de inspiração.
Bravura Indômita.
(Nada disto foi assentido).
O fim dos incisos.
Foram muitas coisas, estão sendo muitas coisas, todas sendo apagadas pelo tempo e não sendo compartilhadas, como um dia foi. Eu sinto falta, mas essa falta está sendo curada. O que os olhos não veem... Hoje teria tudo para ser um dia feliz, possivelmente teria o planejamento antecipado de como aconteceria o agradecimento por tudo que foi feito a mim, eu sei que isso não é sabido por você, parte por não querer enxergar, parte por simplesmente não querer... enxergar. A antecipação que aconteceu desta vez foi só este escrito, não me resta nada além de escrever. Eu queria que fosse tudo diferente, eu queria que existisse uma separação do necessário, do corriqueiro e do verdadeiro, queria que tivesse certo, mas quem sou eu para achar que a atitude toda para comigo não foi a correta? Sei que sempre ficarei incompleto, que tudo que eu fizer não vai suprir, mas serão os meus escritos que tirará o meu mal estar. Acordar com imagens tão nítidas e descobrir que só foi mais uma (rara) utopia. Lembrar que fui esquecido, que tudo que eu falei não foi absorvido, que pequenas datas passaram sem nunca existir menção, que coisas simples, que idade eu tinha?, nem passou pela cabeça. Se eu errei pode ter certeza que foi somente para agradar, para mostrar que a importância vinda por mim, apenas por mim, foi, e é, homérica. Vou ficando fraco, vou me corroendo, só pra poder tirar forças, pois a minha fraqueza é a minha cura, o meu placebo.

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