09/11/2011
Credo.
Preces sejam concebidas, o meu lado doutrinado estás suplicando, que venhas, venhas como estiveres de ser. O firmamento não é o limite, limite é o intangível que nunca alcançaremos. A escuridão brandou-se, não sou mais um pecaminoso, sou o próprio e exalo contentamento com isso. Não conformismo, apenas contentado. Que o purgatório seja criado, estou com a áurea límpida, resplandecente, reluzente. Lamurias não existem mais, estou vedado, imune do desgosto da lamentação. Descomungando o ontem, louvando o hoje. Aqui jaz o passado imperfeito. Aqui nasce o presente mais do que (in)perfeito. (Post-scriptum: perfeição – danação dos imperfeitos. Prefiro assumir que sou imperfeito. Prefiro os imperfeitos. Segregando).
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