20/07/2011
Tres, dos, uno.
Falsidade e Inconveniência, os adjetivos (?) que encarnam, bem assim. Sou grato, possivelmente eu nem teria sabido da existência, e se soubesse talvez ficasse longe. Longe. O meu todo foi introduzido pelos seus meios, que mesmo tortos geraram um adjetivo mais bonito, Verdade. A diferença entre todos é explicita, bem escancarada, não que exista um preste a ser canonizado, a questão não é beatificação, é só a persona que não existe em um. Esse um, Verdade, foi onde me achei, me ganhei, me entreguei. Falsidade e Inconveniência tentaram distanciar, creio eu. Em partes não curti, pedra no caminho nunca é legal, e em parte foi bom, por eu conseguir a integralidade dos (falsos) adjetivos dos dois. De fato me senti meio Yoko Ono, aí penso: será que ela foi tão ruim assim? Quebrei o elo, sei disto. Três? Não sei, acho que agora é um e dois. Vejam o passado: barulho, gargalhadas, discussões, fumaça... tudo com a isenção de um, ou seja, eram dois mesmo, até porque vendo o tratamento cotidiano ficava límpido que não eram três, sempre a Verdade ficava de canto. Falsidade, Inconveniência e Verdade, tem algo de diferente aí. Confesso que tenho ciúmes, não nego, a aproximação de anos tem mais "mistérios" do que eu possa saber, queria saber tudo. O riso flui melhor na presença dos dois, me incomoda em partes, não sei praticar tais feitos, mas essa questão eu pulo, se eu estender ganho linhas (ou perco linhas?). Tirando isso, só resta a gratidão, na medida do possível teve uma camaradagem, mas me foquei tanto no Verdade, que esse eu levo comigo. O futuro é meu, nosso, eu e mais um, Verdade, e farei dele o meu aliado, com a bela aliança que criei, e sei, vai ser agora e para sempre.
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