22/01/2011
Retrocesso.
O meu clichê, eterno clichê, é o amanhã, sempre que ele muda de nome, me derruba, me sinto incapaz, com a conclusão de algo que não conclui, nada fiz. Tento achar que é só mais um, que o próximo tudo ficará melhor, ledo engano, maldita ilusão. De tudo que posso fazer, um simples ato é o que sei que precisa fazer, mas que por puro egoísmo, deixo de lado. A importância da minha vida está alocada em quem perdi. Clichê por clichê, mais um que me toma: ser feliz pela felicidade alheia, furto um riso aqui, um olhar ali, e assim vou seguindo. Um simples dialogo de dois seres felizes num blog qualquer me anima, é bom ver que o pouco pode ser muito para outros, e que só o fato de um existir tornam-se mais forte para outro. Tive minha fase de se embobalhar por qualquer coisa, mas agora o retorno as origens se empreguinou, e não vai mais sair, se estabilizou. Só acho estranho o furo que existe, ficou um vácuo, sem chances de se reintegrar. Dou passos sem muito bem saber que caminho tomar. Só sei que seja o que for que eu faça, não vou esquecer.
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirDoida eu de gostar disso hein, senhor Fabio?! Claro que gostei, muito bem dito e, o mais importante, muito bem sentido. É claro que gostei!
ResponderExcluirTeve citações (minhas) ocultas aí Mariana, será que isso foi o "muito bem sentido"?
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