29/09/2011
Um dia qualquer de setembro.
Os timbres que me são proporcionados. Ser embalado. Logo cedo por dezenove faz sentido diante dos dias conturbados. Pirei no de volta ao preto, adoro o adeus canção de ninar, sou bobo mesmo. Adoro a surpresa que isso causa. Hoje cedo tive um déjà-vu, as informações processadas me remeteram ao tudo que nunca pensei sei ter, me vi no dia que tudo começou e, por coincidência, a música de fundo era a mesma. O que teria acontecido naquele primeiro se nada eu tivesse feito? O que seria de mim sem meus defeituosos ouvidos?
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